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Cuiabá MT, Sexta-feira, 03 de Julho de 2020
BRASIL
Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2019, 17h:58

BOLSONARO/DAVOS

Fazer comércio com todo o mundo

TALITA FERNANDES
Da Folhapress – Brasília
A uma semana de embarcar para a Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem que pretende aproveitar o encontro para mostrar que o Brasil quer fazer comércio com o mundo todo. "Mostrarei nosso desejo de fazer comércio com o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal. Com esses pilares, o Brasil caminhará na direção do pleno emprego e da prosperidade. Espero trazer boas experiências e avanços ao nosso país!", escreveu Bolsonaro nas redes sociais. DAVOS Bolsonaro deve embarcar para Davos no próximo domingo, encontro do qual devem participar alguns de seus ministros, como Sergio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Augusto Heleno (ministro do GSI). A fala é uma sinalização distinta à feita pelo presidente durante a campanha eleitoral e o período de transição. Ele adotou tom crítico a alguns países como a China, e já chegou a dizer que os chineses queriam comprar o Brasil. Nas últimas semanas, contudo, ele e sua equipe diminuíram o tom e passaram a adotar um discurso mais amistoso em relação ao país asiático, que é a segunda maior economia do mundo e um dos principais parceiros comerciais do país. Ao dizer que vai priorizar negócios bilaterais, Bolsonaro mantém o suspense sobre qual papel terá o Mercosul em seu governo. Ele e o ministro da Economia, Paulo Guedes, já deram declarações de que o bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai não estava entre as prioridades do governo. DESCONFIANÇA As declarações são vistas com desconfiança pelo presidente argentino, Mauricio Macri, que desembarca nesta semana no Brasil para um encontro bilateral com Bolsonaro. A agenda entre os dois mandatários ocorre em meio a um clima ruim em torno do futuro do Mercosul, já que a Argentina é um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Macri chegou a confirmar presença na posse de Bolsonaro, mas cancelou a agenda de última hora alegando que teria de viajar direto da Patagônia, onde passou o Réveillon.

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