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BRASIL
Quinta-feira, 03 de Novembro de 2016, 19h:18

ITÁLIA

Polícia nega acusações de ter torturado migrantes

A polícia da Itália negou as acusações de tortura a migrantes, denunciadas em um relatório da Anistia Internacional. Segundo a organização, choques elétricos e espancamentos em migrantes foram algumas das práticas utilizadas pela polícia italiana. "Nego categoricamente que sejam utilizados métodos violentos contra os migrantes no processo de identificação ou no de repatriação", disse Franco Gabrielli, chefe de política, em um comunicado sobre o caso. A Anistia Internacional disse que a polícia italiana havia recorrido a práticas "equivalentes à tortura" para obter as impressões digitais de migrantes. A organização ainda deixa explícito que a União Europeia é responsável, em partes, por essa situação. "A pressão da UE sobre a Itália, para que se mostre mais dura diante dos migrantes e refugiados, acabou por levar a expulsões ilegais e maus-tratos, em alguns casos, semelhantes à tortura", indicou a Anistia Internacional no relatório. Fonte: Associated Press. DESAPARECIDOS Cerca de 240 migrantes morreram ou estão desaparecidos após o naufrágio de duas embarcações no Mar Mediterrâneo, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). De acordo com a porta-voz da Acnur na Itália, Carlotta Sami, 31 sobreviventes chegaram nesta quinta-feira à ilha italiana de Lampedusa. 29 pessoas resistiram ao primeiro naufrágio e informaram que cerca de 120 pessoas estavam desaparecidas.

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