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Cuiabá MT, Quarta-feira, 12 de Agosto de 2020
CIDADES
Quinta-feira, 02 de Julho de 2020, 13h:50

SUBIU DE 52 PARA 568 ÓBITOS

Com alta de 993% em junho, MT bate recorde de mortes no país

Dados do consórcio de imprensa citam duas áreas críticas: Sinop e a fronteira com a Bolívia

Da Redação
Divulgação
Na quinta-feira, Cuiabá voltou à média diária anterior de mortes: 15 por dia

Dados atualizados pelo consórcio de veículo de imprensa (G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL) apontam que os estados do Sul e do Centro-Oeste puxaram a alta dos casos de mortes pelo coronavírus.

Até a manhã desta quinta-feira (2), foram registradas 60.813 mortes e 1.456.959 casos confirmados da doença no país.

No acumulado de junho, Mato Grosso é o Estado que teve o maior número de mortes em relação ao mês anterior: um aumento de quase onze vezes.

De acordo com os dados, o crescimento de mortes entre o primeiro e o último dia de junho teve um aumento de 993%: foi de 52 mortes para 568.

O levantamento foi divulgado pelo telejornal Bom Dia, Brasil, da Rede Globo, nesta quinta-feira (2). Veja AQUI.

O avanço do coronavírus no Centro-Oeste durante o mês de junho foi mais acelerado que a média nacional, segundo esse mesmo levantamento.

Enquanto o número de mortes pela Covid-19 teve alta de 54,5% no Brasil entre 8 e 28 de junho, na região o crescimento foi de 191%, nesse mesmo período. 

No Distrito Federal, em Goiás e em Mato Grosso, as taxas de ocupação dos leitos de UTI são consideradas "preocupantes" – chegam a 92,9%  em Mato Grosso, conforme reportagem do site G1.

Mesmo Mato Grosso do Sul, que se encontra na situação mais favorável quanto aos leitos, viu seu índice saltar de 7% no início de junho para 39% na quarta-feira (1º).

A reportagem aponta que há, em Mato Grosso, duas regiões consideradas "críticas.

Uma é Sinop (500 km ao Norte de Cuiaba), onde a taxa de lotação de UTI oscila entre 80 e 100%, e as cidades vizinhas, como Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum.

A outra é Pontes e Lacerda (448 km a Oeste da Capital), na fronteira com a Bolívia.

Veja AQUI a reportagem completa.

Leia mais sobre o assunto:

Em meio à pandemia, uma ameaça do outro lado da fronteira

 

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