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Segunda-feira, 03 de Outubro de 2016, 19h:43

Comércio ambulante ocupa todas as praças centrais

Enquanto não há resposta por parte da prefeitura, as barracas de alimentos vão se multiplicando, principalmente nas praças centrais da cidade. Muitos que perderam o emprego com a crise que emperrou o país veem no comércio ambulante uma forma de sobrevivência. Qualquer espaço, por menor que seja, tornou-se ponto de comercialização. Das mais variadas comidas, lanches, e na maioria das vezes sem qualquer indício de condições sanitárias. A vendedora Paula Fernanda de Assis diz que costuma comer alimentos vendidos por ambulantes, mas teme pela falta de higiene. “A gente costuma comer, porque é mais barato. Hoje o quilo de uma refeição chega a ultrapassar R$ 30. Mas é difícil comer comida de rua. A gente não sabe a procedência e muitas vezes, no local, você vê que nem tem água para lavar as mãos. Se houvesse a adequação, com certeza seria melhor”, diz. Já o mecânico Henrique Sérgio de Sousa reclama da quantidade de barracas que se aglomeram principalmente nas praças. Henrique diz que, além de causar danos à estética da cidade, ainda atrapalha a mobilidade. “É quase impossível andar em alguns lugares. São tantas barracas que muitas vezes temos que desviar. Fico imaginando para aquelas pessoas que têm dificuldade de se locomover ou quem está em uma cadeira de rodas”, ressalta. (AA)

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