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Cuiabá MT, Sábado, 11 de Julho de 2020
CIDADES
Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019, 17h:23

CHUVAS

Defesa Civil monitora 2 mil famílias em áreas de risco

JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
Cuiabá tem cerca de duas mil famílias que vivem em áreas de riscos. As moradias dessas pessoas estão próximas das margens de córregos, como Barbado e o Machado ou do Rio Cuiabá, a exemplo da parte mais baixa do bairro Santa Isabel, do Praeirinho, São Gonçalo Beira Rio e do Três Barras. Durante o período chuvoso, especialmente, por conta das últimas chuvas intensas, a Defesa Civil de Cuiabá tem monitorado esses pontos e orientado os moradores. “Nosso papel é monitorar. A Defesa Civil alerta e orienta as pessoas”, informou o diretor de Proteção e Defesa Civil da capital, coronel Paulo Wolkmer. No sábado, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu 42,5mm na capital mato-grossense, o que representa quase 25% da chuva no mês. Desse volume, o monitoramento da Defesa Civil aponta que 33,8mm caíram entre as 5 horas e 6h da tarde do mesmo dia. A capital, no entanto, já registrou no dia 28 de dezembro do ano passado 72mm sem grandes prejuízos. Para os próximos dias a previsão é de mais chuvas e o alerta se mantém, especialmente, pelo fato de que ainda não começou o período mais crítico. Na enchente de 1974, a cheia no Rio Cuiabá começou em novembro do ano anterior. Entre as orientações para quem mora em áreas de risco é deixar ou desocupar a área e ir para um lugar seguro, como a casa de um parente. Outra dica é proteger os documentos pessoais em sacos plásticos e elevar os móveis, como cama, sofás, por exemplo. Em caso de inundação, acionar o 193 do Corpo de Bombeiros. “Evite se locomover pelas enxurradas, não se abrigue ou estacione debaixo de árvores, e também não utilize equipamentos elétricos no caso de eles estarem molhados ou em locais úmidos, por causa das descargas elétricas. Isso são alguns cuidados que protegem a vida diante de uma tempestade”, reforçou. Conforme ele, um ponto crucial é a conscientização das pessoas como mecanismo de proteção, que começa antes destes períodos considerados críticos, como não jogar lixo nas ruas, pois esse lixo acaba indo para a rede de esgoto, causando entupimento dos bueiros, assoreamento ou enchimento da rede fluvial. “Cada um precisa fazer sua parte para que tanto o meio ambiente e a vida sejam preservados”, completou. REPAROS - Diante do grande volume de água, algumas vias tiveram suas estruturas danificadas. É o caso da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA), no sentido bairro/centro, onde uma caixa de passagem de água pluvial rompeu, originando uma cratera na lateral da pista. Para resolver, a Secretaria Municipal de Obras Públicas montou um plano de atuação para a reconstrução da estrutura que compõe o sistema de drenagem e, posteriormente o aterramento e estabilização do solo. Por lá, a previsão é de que o trabalho dure aproximadamente quatro dias, levando em consideração as condições climáticas. Outro trecho fica na Rua Barão de Melgaço, ao lado da Praça Rachid Jaudy, com intervenção para o reparo em um buraco que se abriu no meio da pista.

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