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Cuiabá MT, Segunda-feira, 06 de Julho de 2020
CIDADES
Quarta-feira, 09 de Janeiro de 2019, 16h:59

ATRASO SALARIAL

Investigadores ameaçam entrar em greve

Os investigadores de polícia marcaram para a próxima segunda-feira (14) uma assembleia geral para discutir sobre a falta de condições de trabalho e o atraso salarial dos servidores públicos de Mato Grosso. Uma greve geral não está descartada. Segundo a presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado (Sinpol), Edleusa Mesquita, atualmente os funcionários são obrigados a fazer cota para quitar os pagamentos de internet e ainda comprar papéis para serem usadas em registros de boletins de ocorrências nas delegacias do interior. “Nós vamos repassar para a categoria o que foi passado pelo governo na reunião com o Fórum Sindical. O salário mínimo é o alimento da família do servidor e temos direito de fazer a nossa manifestação. Vamos expor tudo para a categoria e levaremos para a votação”, disse. A assembleia geral foi marcada para segunda-feira (14), na sede do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de Mato Grosso (Sinpol), que fica localizada no bairro CPA I, em Cuiabá. Por conta do desequilíbrio nas contas públicas, a folha de pagamento do Executivo Estadual deve ser paga de forma escalonada pelos próximos meses. O governador Mauro Mendes (DEM) irá mudar apenas a estratégia utilizada para efetuar o pagamento. Ao invés de realizar o pagamento de forma gradativa por faixa salarial, como foi feito pelo governador Pedro Taques (PSDB) e está sendo feito neste mês para quitar a folha de dezembro, a partir de fevereiro, o Governo do Estado parcelará o salário dos servidores, de forma que todos sejam contemplados ao mesmo tempo. Desta forma, os mais de 100 mil servidores do Estado entre ativos e inativos, passarão a receber os mesmos valores na mesma data, até que toda a folha seja liquidada. “No próximo mês, se o sistema assim permitir, se os nossos técnicos conseguirem fazer essa alteração, nós vamos mudar e fazer um pagamento por faixa de valor, onde todos os mais 100 mil servidores vão receber um valor que o caixa permitir, R$ 5 mil, R$ 6 mil para todo mundo. Não interessa quanto a pessoa ganha, vamos pagar, se for possível, R$ 5 mil, R$ 6 mil, R$ 7 mil. O que a arrecadação nos permitir pagaremos a 100% dos servidores e, à medida que for tendo a disponibilidade financeira, a gente vai complementando os valores para aqueles servidores que têm faixa salarial maior”, explicou Mendes após reunião com o Fórum Sindical, realizada na última segunda-feira.

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