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CIDADES
Segunda-feira, 03 de Outubro de 2016, 19h:45

OUTUBRO ROSA

Palestra inspira mulheres com câncer

Mais que um convite para a conscientização sobre o câncer de mama, um convite à elevação da autoestima e plenitude feminina. Neste Outubro Rosa, a Oncomed, clínica especializada no tratamento multidisciplinar do câncer, promove a palestra “Apaixone-se... por você! Autoestima a jato e amor próprio blindado”, com a educadora sexual Tarciana Chuvas. O evento é dirigido a pacientes e familiares e acontece no dia 7 de outubro, às 8h, no auditório da Oncomed, em Cuiabá. Conhecida como “a rainha da autoestima feminina”, Tarciana ministra palestras Brasil afora destacando a importância do sexo e da plena felicidade feminina - ela, inclusive, se apresenta como “professora de felicidade” em suas abordagens. A especialista defende que a sexualidade é um milagroso remédio para os obstáculos da vida. “A felicidade vem do malabarismo de administrar conflitos e diferenças. Não adianta tentar evitar os problemas, eles virão... O que fazer então? Ser especialista em sacudir a poeira e dar a volta por cima de salto 15 e batom vermelho”, exclama a palestrante. A palestra abre a programação do Outubro Rosa na clínica que é referência regional em tratamento do câncer. Nesta nova edição, o objetivo é propagar às mulheres que cuidar da autoestima, além de possível, é essencial à qualidade de vida e, consequentemente, à saúde de quem passa pelo tratamento contra o câncer de mama. “Muitas pacientes relatam que a autoestima diminui, que perdem a libido, e isso sem dúvida alguma dificulta o tratamento. Queremos que essas mulheres retomem esse orgulho de si, que se sintam apoiadas a buscar a autoafirmação, se sentindo mais felizes e plenas”, destaca Cristina Guimarães Inocêncio, oncologista clínica e diretora da Oncomed. O câncer de mama segue sendo o tipo que mais vitima mulheres no Brasil. A detecção da doença tem como principais aliados o frequente acompanhamento médico e os exames de imagem. Mamografias e ultrassom são, portanto, os meios mais eficazes de detecção. Recomendam-se exames anuais preventivos a partir dos 40 anos e, havendo casos de câncer na família, o monitoramento (também conhecido como rastreamento) a partir dos 30 anos. Estudos revelam que as chances de câncer de mama aumentam às mulheres que têm casos na família, assim como para aquelas que não tiveram filhos ou não amamentaram. O risco também se intensifica para quem consome álcool e fuma e entre mulheres que precisaram se submeter ao tratamento de reposição hormonal na menopausa por mais de cinco anos corridos. Sedentarismo e sobrepeso também são fatores de risco, alerta vermelho à saude em geral. Silencioso como inúmeros tipos de câncer, o de mama pode estar camuflado em lesões iniciais não palpáveis. Por isso, o alerta máximo feito por especialistas de que o exame de toque, isoladamente, não descarta por completo a existência de um tumor. Além de caroços palpáveis, podem ser sintomas da doença o surgimento de inchaço, vermelhidão na mama, pele ressecada com aparência de “casca de laranja” e secreção espontânea pelo mamilo. INCIDÊNCIA – De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, o Inca, são esperados 57.960 novos casos de câncer de mama no Brasil em 2016. O risco estimado é de 56,2 casos a cada 100 mil mulheres. Essa proporção é maior no Centro-Oeste do país, de 55,87 casos para 100 mil mulheres, o que amplia o alerta da necessidade de exames periódicos de detecção. (Com Assessoria)

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