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Cuiabá MT, Sexta-feira, 07 de Agosto de 2020
CIDADES
Sexta-feira, 03 de Julho de 2020, 10h:10

VÍRUS & POLÊMICA

Sob pressão, prefeito pode recuar de rodízios contra a Covid-19

Por enquanto, decreto está mantido. Empresários programaram manigestação contra as medidas

Da Redação
Davi Vale/Sicom
Com o resultado, o Emanuel Pinheiro permanece no cargo e não será subemetido a uma Comissão Processante

Os dois principais pontos polêmicos do decreto 7975, assinado na quinta-feira (2) e que estabelecem o rodízio de veículos e atendimento por CPF no comércio de Cuiabá, podem ser revistos pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

Tão logo anunciou as medidas, na tarde de ontem, Pinheiro foi alvo de muitas críticas, especialmente do setor comercial.

A Secretaria de Counicação do Palácio Alencastro, no entanto, não confirmou essa possibilidade e informou que o decreto está mantido.

Ao anunciar o decreto, o próprio prefeito admitiu a possibilidade de recuar e discutir as questões com a população e/ou segmentos do comércio emgeral.

A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá convocou, para a manhã desta sexta-feira (3), uma manifestação contra as novas medidas restritivas anunciadas pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de combate à Covid-19.

Em um novo decreto, o prefeito ampliou o toque de recolher e impôs o rodízio de veículos na Capital.

A entidade pede a colaboração de empresários e colaboradores dos setores do comércio e de serviços para o ato de entrega, ao prefeito, de um manifesto contrário às medidas.

A CDL diz que o movimento é uma ação conjunta com Fecomércio, Facmat, ACC e FCDL.

A expectativa é de que o prefeito anuncie, nesta sexta (3), a revogação do rodízio de veículos na cidade e a medida que criava um sistema de “rodízio de pessoas” para atendimento em bancos, lotéricas, supermercados e distribuidoras de bebidas.

Na possibilidade de revogação do decreto, outros pontos continuariam valendo, como o toque de recolher na cidade.

A partir desta hoje, por exemplo,os cidadãos têm que se recolher em suas casas a partir das 20 horas até as 5 horas. 

Anteriormente, o toque de recolher era das 22 horas às 5 horas. 

O funcionamento de motéis na Capital está suspenso. 

Está proibida a abertura dos shoppings centers, sendo permitido somente o funcionamento das atividades essenciais mediante sistema “delivery”. 

O transporte coletivo municipal funcionará com a totalidade da frota de ônibus. Os ônibus só poderão circular com passageiros sentados. 

E os servidores públicos municipais deverão exercer suas atividades exclusivamente pelo sistema teletrabalho (home office).

Leia mais sobre o assunto:

Prefeito amlplia toque de recolher e impõe rodízio de veículos

Banco, mercado e lotérica vão atender conforme o CPF 


3 COMENTÁRIOS:







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Adalziza Oliveira   03-07-2020 11:59:56
Eu acho que esse fechamento deve ser mantido por um tempo. É colocar fiscalização. O que está acontecendo aqui tem uma grande parte por culpa das pessoas que não estão nem aí pra coisa. Vc passa nas ruas a minoria das pessoas estão usando máscara e afastamento então, nem pensar e põe a culpa só nas autoridades. É lógico que eles têm a sua parte se culpa. São uns irresponsável também. Como disse o colega abaixo uns vaciloes. Que decepção, mas não culpe só eles a maior culpa sao5sw todos nós.

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LUCIA ARANTES  03-07-2020 07:48:03
Os números de mortes só aumenta. Se não fechar tudo só continuará aumentando. O prefeito parece que vice no mundo de Alice no País das Maravalihas. Acorda!

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LUCAS MARIO MARINHO  03-07-2020 07:46:01
Esse prefeito é um vacilão. Por culpa dele - com grande auxilio do Boslonaro e omissão do Mauro Mendes - que Mato Grosso hoje registra os piores indices do país no combate ao coronavírus. Até parece que temos UTIs suficientes. O povo esta morrendo Emanuel, por que as autoridades não cumprem o seu papel: obrigar que a população fique em casa.

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Como você vê as acusações entre Mauro Mendes e Emanuel Pinheiro sobre o caos na pandemia?
O governador é o culpado
O prefeito da Capital também tem culpa
Essa briga prejudica as ações de combate à Covid-19
É uma disputa político-eleitoral
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