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CIDADES
Terça-feira, 05 de Janeiro de 2016, 20h:30

MICROCEFALIA

Sobe para 123 o número de casos suspeitos

Subiu para 123 o número de casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus zika em Mato Grosso. A confirmação foi feita na tarde de ontem pelo Ministério da Saúde, no primeiro informe epidemiológico de 2016. Os dados são referentes até o dia 02 de janeiro. No último boletim divulgado pelo Ministério, no dia 30 de dezembro, 72 casos eram dados como suspeitos no Estado, que é o oitavo com o maior número de casos que estão sendo investigados. No país, já foram notificados 3.174 casos suspeitos da doença em recém-nascidos. Aumentou ainda o número de municípios onde os casos estão sob investigação. Antes, eram apenas oito e conforme o boletim, já somam 13 municípios, entre eles, Rondonópolis, São José do Povo, Alto Garças, Itiquira, Alto Araguaia, Jaciara, Pedra Preta e Tesouros. Apesar do grande número de suspeitas, até ontem, nenhum dos casos haviam sido confirmados e também não há registro de óbitos em decorrência à doença. Combater o mosquito Aedes aegypti se tornou uma luta nacional, além da zika, ele é transmissor da dengue e da chikungunya. Em Cuiabá, por exemplo, foi aprovada no final de dezembro, o Plano de Contingência da Dengue, que traçará os trabalhos das unidades de saúde. Até 15 de dezembro, os bairros da capital com o maior número de notificações da doença foram: Pedra 90 – 228 casos; Santa Isabel – 154 casos; Cidade Alta – 71 casos; Dom Aquino – 69 casos e Dr. Fábio – 64 casos. O Ministério já adquiriu mais de 100 toneladas de larvicida, garantindo o abastecimento até junho. Ele será distribuído em todo o país para o tratamento de água. Ao todo, o Governo Federal já distribuiu mais de 113,4 toneladas do larvicida. No caso da microcefalia ligada à zika, a orientação é de que as gestantes mantenham o acompanhamento e as consultas de pré-natal, realizando todos os exames recomendados pelos médicos. E importante acabar com o consumo de bebidas alcoólicas ou qualquer outra droga, e evitar utilizar remédios sem prescrição médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções. Outra medida que deve ser tomada pelas gestantes e suas famílias é buscar reduzir a presença de mosquitos transmissores de doenças, isso acontece com a eliminação de criadouros, protegendo-se da exposição dos mosquitos, mantendo portes e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes especiais para gestantes. Os repelentes devem ser aplicados ao menos três vezes ao dia. Vale ressaltar que quem apresentar febre, manchas avermelhadas pelo corpo, dores nas juntas e fraqueza, deve procurar um médico para realizar um exame, que evidenciará de qual doença se trata.

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