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Cuiabá MT, Sábado, 05 de Dezembro de 2020
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2020, 00h:00

COVID-19

Testada em MT, Coronavac é a mais segura atualmente

Da Reportagem

A vacina Coronavac é a mais segura entre as que estão em desenvolvimento contra a Covid-19 no mundo. A declaração foi dada, ontem (19), pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, durante a apresentação dos dados da segunda fase de estudos nesta segunda-feira (19/10). Em Mato Grosso, 800 profissionais de saúde participam como voluntários dos ensaios clínicos.

A vacina chinesa é desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Butantan e teve testes em sete estados e no Distrito Federal. No Estado, o ensaio clínico está sendo conduzido pelo Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM-UFMT/Ebserh), localizado em Cuiabá. A operacionalização do estudo denominado “ProfisCOV” começou no último dia 06. Ligado à Universidade Federal (UFMT), o HUJM funciona como centro aplicador da testagem. A primeira voluntária a receber a dose foi a médica infectologista, Giovana Volpato Pazin Feuser.

De acordo com Covas, os voluntários brasileiros tiveram reações leves, sendo as mais comuns dor no local da aplicação e cefaleia. Não foram apresentadas reações de grau 3, que são as mais graves. Apenas 0,1% dos voluntários tiveram febre. "A vacina Butantan é a mais segura em termos de efeitos colaterais. No total, ela tem uma ocorrência de efeitos colaterais somados em 35%, enquanto as outras não são inferiores a 70%", frisou. Os dados do Brasil são semelhantes aos exibidos por estudos realizados na China, no qual 94,7% dos mais de 50 mil voluntários que participam de teste não apresentaram efeito adverso. No Brasil, mais de 12 mil pessoas já foram vacinadas na fase de testes.

OBRIGATORIEDADE – Após o governador de São Paulo, João Doria, afirmar que a vacina contra o novo coronavírus será obrigatória no Estado, o presidente Jair Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (16) que essa medida só poderia ser tomada com a anuência do governo federal o que, segundo ele, não vai ocorrer. Antes, Doria afirmou durante entrevista coletiva que "a vacinação será obrigatória, exceto se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina".


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