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Cuiabá MT, Segunda-feira, 06 de Julho de 2020
CUIABÁ URGENTE
Quarta-feira, 09 de Janeiro de 2019, 17h:01

Cuiabá Urgente 09-01-2019

Cabo eleitoral Nesta semana, o senador eleito Jayme Campos (DEM) desembarca em Brasília, mas só toma posse em 1º de fevereiro. Ele vai entrar na campanha pela eleição de Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência do Senado. Corpo a corpo JC diz que foi procurado por Calheiros para a campanha. O democrata deve participar das negociações sobre a eleição no Senado. Não revelou se entra na disputa como candidato a algum cargo na Mesa Diretora. Discurso Ao site Antagonista, dos jornalistas Diogo Mainardi e Mário Sabino, Jayme discursou: “É uma candidatura legítima. Ele [Renan] tem seu valor, méritos, qualidades. Não tenho nada contra a biografia do Renan”. Currículo A título de lembrança, em agosto de 2017, Renan Calheiros virou alvo da 18ª investigação no STF. Ele é acusado de corrupção, envolvendo desvio de dinheiro, caixa 2, formação de quadrilha, e é citado na Lava Jato. Oposição? Se aliando a Calheiros, o mato-grossense Jayme sinaliza para a oposição a Bolsonaro. O alagoano é aliado do PT, já sugeriu ser contra a reforma da Previdência e as propostas de Moro de combate à corrupção. Fechado Se Jayme trabalha para Calheiros, outro mato-grossense, Nilson Leitão, fecha com Rodrigo Maia (DEM-RJ), na disputa pela presidência da Câmara. Ainda líder do PSDB, Leitão batalhou pelo apoio da legenda a Maia. Nos EUA Colunista da Folha de S.Paulo, o jornalista Matias Spektor citou ontem que dois nomes estariam cotados para assumir a embaixada brasileira em Washington (EUA): Murillo de Aragão e Blairo Maggi. Tô fora! Ex-ministro da Agricultura do Governo Michel Temer, o mato-grossense Maggi já disse que está fora da vida política. Curte férias com a família em Camboriú (SC). Pode ser considerado carta fora do baralho. Cotado Murillo de Aragão, da Arko Advice, empresa brasileira de análise política e estratégia, teria mais chances. Segundo os bolsonoristas, ele contribuiu para acalmar o mercado durante a recente campanha eleitoral. Guerra Caso o projeto do Fethab, idealizado pelo Governo Mauro Mendes (DEM), taxe as exportações do agronegócio, os produtores rurais em Mato Grosso já avisaram que vão entrar na Justiça contra a medida. ............... Sem saída e paciência “O Mauro recebeu o Estado nessa situação e precisamos ter paciência. Você acha que ele ia querer entrar escalonando os salários? Jamais! Ele foi prefeito de Cuiabá e sempre pagava no mês. Ele pagava tudo em dia. Essa é a característica dele. O Mauro não escalonou o salário porque quis. É porque não tinha dinheiro para pagar”. Do presidente da AL, Eduardo Botelho, em entrevista à Rádio Capital. ............... Herança À Rádio Capital, ontem, Mauro Mendes disse que encontrou o Estado em situação muito pior do que imaginava, com problemas que estão além do desequilíbrio financeiro. Disse que Taques tratou com “desleixo” a gestão pública. Efeito Silval Para MM, na prática, toda essa crise começou na gestão de Silval Barbosa (ex-MDB) – aquele que confessou ter roubado R$ 1 bilhão dos cofres públicos -, mas Taques não teria se esforçado para fazer frente à crise. Sem regra três A ser questionado sobre a manutenção do secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o democrata saiu-se com essa: quando se troca o técnico, não se trocam todos os jogadores, e Gallo fez um bom trabalho na Sefaz. Crescendo Ex-chefe da Casa Civil, Max Russi (PSB) teria crescido na cotação para ser o próximo ordenador de despesas da Assembleia Legislativa. Subiu no conceito de Eduardo Botelho (DEM), que quer ser reeleito presidente. Rifa Antes favoritos para o cargo, Guilherme Maluf (PSDB) e Janaína Riva (MDB) caíram na cotação. A deputada seria o caso mais emblemático do processo: seu radicalismo só contribuiria para colecionar inimigos dentro da AL. Intermediário Presidente da Fiemt, Gustavo Oliveira intermediou o encontro entre líderes do Fórum Sindical e Mauro, para discutir o escalonamento de salários, na segunda-feira. Oliveira foi secretário de Fazenda de Taques. Luto na imprensa O jornalista Ubirajara Braga, vítima de um infarto fulminante na noite de terça-feira (8), trabalhou em várias emissoras de rádio da Capital e na TV Vila Real. Foi assessor do ex-deputado José Riva. Tinha 53 anos.

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