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Cuiabá MT, Quarta-feira, 08 de Julho de 2020
CUIABÁ URGENTE
Terça-feira, 15 de Janeiro de 2019, 16h:42

Cuiabá Urgente 15-01-2019

Resultado No programa “Resumo do Dia”, da TBO, na noite de segunda (14), Mauro Mendes disse que a previsão é de que, só com a redução das secretarias e cortes de cargos comissionados, o Estado tenha um “lucro” de R$ 100 milhões. Comparação Segundo MM, esse montante é só “um fôlego”, ante o déficit de R$ 3,9 bilhões herdado de Pedro Taques. Para ele, o tucano entregou o cargo com o Estado em situação financeira bem pior do que recebeu de Silval Barbosa. Caiu do céu Lino Rossi (PV), Pedro Henry (PP) e Ricarte de Freitas (PL)... Em comum, essas três figuras têm o fato de serem ex-deputados federais. E, como tal, poderão se beneficiar com uma bela aposentadoria, de até R$ 33.763. Privilégio A partir de fevereiro, Rossi, Henry e Freitas e outros 139 políticos – entre eles, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) – podem pedir aposentadoria, com benefício seis vezes mais que o teto do INSS, que é de R$ 5.645. Mamata Os três políticos mato-grossenses são considerados habilitados ao benefício, pelo Congresso, no contexto do Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), com benefício sujeito ao teto do funcionalismo (R$ 39,2 mil). O levantamento é do jornal O Estado de S. Paulo. Triste fama No geral, a folha de serviços prestados aos cidadãos – especialmente o mato-grossense – por esses ex-deputados não é das melhores. No entanto, eles são notórios por frequentar as páginas policiais, ao longo dos anos. Sanguessuga Rossi ficou marcado pelo envolvimento nas investigações da PF sobre o caso Máfia das Sanguessugas: um esquema de compra de ambulâncias com valor superfaturado em até 120%. Em agosto de 2007, o então deputado foi preso. Mensalão Ao longo de sua passagem pela Câmara Federal, Henry colecionou processo. Foi acusado de integrar o maior escândalo do Governo Lula, o Mensalão, foi citado no caso Sanguessugas e na Operação Lava Jato. Foi preso em dezembro de 2013. FAP Eterno suplente, Freitas virou titular na Câmara, no auge do Governo FHC (2001 a 2003). Em 2006, foi alvo da Operação Sanguessugas. Durante um bom tempo, recebeu aposentadoria na Assembleia, pelo já extinto FAP. Mauros Sem surpresa, o governador Mauro Mendes anunciou o jornalista Mauro Camargo como o responsável pela Comunicação do seu Governo. Como a coluna já havia adiantando, é mais um Mauro no Palácio Paiaguás. ............... Pensão polêmica Por determinação de Mauro Mendes, a Procuradoria Geral da República (PGE) avalia a possibilidade de reverter o corte da pensão vitalícia dos ex-governadores Júlio Campos, Carlos Bezerra e Frederico Campos. O benefício varia de R$ 11 mil a R4 24 mil. A situação mais delicada é de Frederico (79 a 83), que passa por dificuldades financeiras e só se locomove com ajuda. Júlio é conselheiro do TCE e Bezerra, deputado federal reeleito. ............... Oculto A possível extinção da MTI (Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação) – antigo Cepromat - também está dando o que falar. Os servidores da empresa acusam que há “interesse oculto” na decisão de extingui-la. Marajás O governador Mauro Mendes sempre questiona o alto custo de manutenção da MTI, que emprega cerca de 500 pessoas e consome, em salários, mais de R$ 100 milhões por ano. Inclusive, tem gente ganhando mais de R$ 52 mil por mês. Números Com o encaminhamento do projeto do novo Fethab para a Assembleia Legislativa, a guerra de números já começou. De um lado, os produtores rurais; de outro, a equipe econômica do Governo. Insuportável Segundo o presidente da Federação da Agricultura em Mato Grosso (Famato), Normando Corral, com base nos números dos produtores, a taxação do novo Fehtab é “insuportável” para determinados setores do agronegócio. Estudo Já para Rogério Gallo, secretário de Fazenda, com base nos números de sua secretaria, a taxação foi feita de modo a não atrapalhar nenhuma cadeia produtiva. E vai representar, no máximo, 4% da receita. UFMT na mira Segundo o site de Veja, o ministro Ricardo Vélez (Educação) quer tentar descobrir as inclinações ideológicas de reitores das universidades federais. Quer identificar os anti-bolsonaristas e eventuais apoiadores do Governo. Especial Roberto Campos Neto, que assumirá o Banco Central em março, foi nomeado “assessor especial” do ministro Paulo Guedes (Economia). Ele é neto de Roberto Campos, ex-senador por Mato Grosso, no período de 1983 a 1981. Pelo PSD.

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