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Cuiabá MT, Sábado, 11 de Julho de 2020
CUIABÁ URGENTE
Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2019, 16h:34

Cuiabá Urgente 25-01-2019

Comemoração Em coletiva da imprensa na manhã desta sexta-feira (25), Mauro Mendes não escondeu a satisfação pelo fato de a Assembleia ter aprovado o “pacotão” da reforma administrativa e mensagens sobre Fethab, LRF estadual e a polêmica RGA. Após tensão MM disse que, após a votação na AL, a sensação era de que o Estado ganhou e ganhará muito com os diplomas legais. “Com a aprovação das leis, vamos começar a construir o reequilíbrio fiscal”, afirmou o governador. Tempo demais? O governador contabiliza dívidas de R$ 2,1 bilhões e salários do servidor em atraso. Ele prevê um reequilíbrio financeiro em, no máximo, dois anos. Dentro do próprio Governo, há quem ache que é muito tempo. História Ao discursar sobre a proposta de extinção da Empaer, na quinta-feira (24) à noite, o deputado Wilson Santos (PSDB) fez uma reminiscência da autarquia. Juntou extensão rural com política para votar contra a extinção da empresa. O início WS lembrou o começo da Empaer, em 1964, como Acarmat e, depois, Emater. Citou a trajetória de Jonas Pinheiro, que foi presidente da empresa e, durante muito tempo, atuou como padrinho político das indicações na repartição. Escada A propósito, foi na Empaer que Jonas deu os primeiros passos na política: foi deputado federal por três mandatos e senador por duas vezes. Morreu em 19 de fevereiro de 2008. Ele comandou a empresa de 1979 a 1982. Padrinho Em 1994, Jonas tirou o empresário Blairo Maggi da zona de conforto do Grupo Amaggi e o lançou na vida pública, em 2002, na 1ª eleição para o Governo de MT. Como se sabe, depois, BM foi mais uma vez governador, senador e ministro da Agricultura. Vai ficar... Em nota, a cúpula do MDB tranquilizou o advogado Francisco Faiad e assegurou que ele continua na presidência da legenda em Cuiabá. Com isso, nega que o ainda deputado federal Valtenir Pereira assumirá o controle do partido. ...na saudade Valtenir, que já trocou de partido sete vezes, vai ficar sem mandato a partir de 1º de fevereiro. A novidade, segundo a cúpula do MDB, é que o partido deve fechar em torno da reeleição do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro. Bancada Na Assembleia, Janaína Riva articula para atrair, senão todos, pelo menos a maioria dos 14 deputados “novatos” para a bancada que, desde a votação do “pacotão” de Mauro Mendes, faz agrados aos servidores públicos estaduais. ............... Por mais incentivo fiscal Sabemos do déficit público e apoiamos o ajuste fiscal. É necessário aumentar a arrecadação, porém atraindo mais investimentos e dinheiro novo. Isso só se faz com um bom ambiente de negócios, foco em agregação de valor e uma política robusta de incentivos. Já disse Roberto Campos: “(...) O respeito ao criador da riqueza é o começo da solução para a pobreza. Vamos parar com a armadilha de calcular perdas inexistentes, e trabalhar para gerar e distribuir riqueza”. Do presidente da Fiemt, Gustavo Oliveira, em artigo, defendendo os incentivos fiscais. ............... Caiu na rede Ainda senador, o mato-grossense José Medeiros (Podemos) tem sido massacrado nas redes sociais depois de comemorar a decisão do deputado federal reeleito Jean Wyllis (Psol-RJ), de renunciar ao cargo e deixar o Brasil. Suspeitas Depois de chamar o colega de “suaçu” (veado), Medeiros disse que o deputado deixa o país porque “o mar não está para peixe”. Como amplamente divulgado, Wyllis disse ter recebido ameaças de morte e suspeita de milícias. Apelou Medeiros é useiro e vezeiro em usar o Twiter para agredir as pessoas. Ao discutir com o jornalista Reinaldo Azevedo, da RedeTV!, ele escreveu: “Fique tranquilo rapaz, esse negócio de que o Bolsonaro vai matar veado é mentira”. Segurança No dia 4 de fevereiro, Mauro Mendes e demais colegas se reunirão com o ministro Sérgio Moro (Justiça), para conhecerem o projeto de lei anticrime, que será enviado ao Congresso. MM levará o secretário Alexandre Bustamante (Segurança). Aposta Moro pedirá o apoio dos governadores para aprovar o texto. Os governadores costumam influenciar os votos dos deputados de seus estados e senadores. O projeto é a grande aposta de Bolsonaro para o combate à criminalidade. Sem poder Eleito deputado, o vereador cuiabano Paulo Araújo (PP) terá que se ajustar às decisões da cúpula do seu partido. Até mesmo, segundo se sabe, na formação da equipe que vai assessorá-lo, em seu gabinete, na Assembleia. Quem manda De acordo com as informações, a maioria dos assessores de Araújo deve ser indicada pelo presidente regional do PP, Ezequiel Fonseca, que foi rejeitado nas urnas, na disputa pela reeleição à Câmara Federal.

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