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Cuiabá MT, Terça-feira, 07 de Julho de 2020
CUIABÁ URGENTE
Terça-feira, 29 de Janeiro de 2019, 17h:22

Cuiabá Urgente 29-01-2019

Cavada Ex-deputado federal a partir do dia 1º de fevereiro, Victório Galli (PSL) cavou e conseguiu uma “boquinha” no Governo Jair Bolsonaro: vai integrar a equipe do ministro da Casa Civil do Planalto, Onix Lorenzoni (DEM-RS). Articulação Galli é um dos sete deputados federais rejeitados nas urnas na eleição passada que integrarão a equipe de articulação política de Lorenzoni, no DF. São nomes de vários partidos, entre os quais MDB, DEM e PSL. Oportunismo Pastor evangélico e ultraconservador, o político mato-grossense é considerado oportunista: em 2018, trocou o PSC pelo PSL e passou a navegar no entorno de Bolsonaro. Ainda assim, não evitou o próprio fracasso nas urnas. Se superou Em julho de 2018, Galli apelou: se lançou candidato a vice-presidente da República, na chapa de Bolsonaro. Na época, ele argumentou que, além de evangélico, era professor e ligado à defesa da família e aos valores cristãos. Com Temer Colega de Bolsonaro na Câmara Federal, Galli discordou do agora presidente em uma pauta polêmica na Câmara: nas duas votações que discutiam a abertura de investigação contra Michel Temer (MDB), no STF, ele foi favorável ao arquivamento. Favorito A dois dias da posse dos novos deputados e da eleição da nova Mesa Diretora da AL, na bolsa de apostas, o favoritismo é cada vez maior para o atual presidente da Casa, Eduardo Botelho (DEM), que tenta a reeleição. Maioria Analistas políticos cravam que, dificilmente Botelho não será bem-sucedido no seu projeto. O democrata pode, inclusive, amealhar o maior número possível de votos entre os 14 novos deputados eleitos em outubro. Cabo eleitoral Candidata a ocupar uma das vagas da mesa, Janaína Riva (MDB) atua como cabo eleitoral de Botelho. A deputada articula junto a alguns novatos. Entre eles, Valdir Barranco (PT), Elizeu Nascimento (DC), Silvio Fávero (PSL) e Paulo Araújo (PP). Tensão... Recém-empossado no Comando da Polícia Militar, o coronel Jonildo de Assis já provoca polêmica entre seus pares, notadamente entre a “linha dura” da corporação. O motivo: a nomeação do coronel Ronelson de Barros para a Diretoria de Ensino. ...na caserna O coronel Barros é um dos oficiais envolvidos na Grampolândia – aquele caso das escutas ilegais, na gestão passada. O coronel figura como réu, acusado, entre outros crimes, de falsificação de documento, falsidade ideológica e prevaricação. ............... A Ceasa e os marajás A Central de Abastecimento de Mato Grosso (Ceasa), que nunca saiu do papel desde o Governo Silval, também abriga marajás. Levantamento do site RDNews revela que o presidente do órgão, Baltazar Ulrich, recebeu R$ 128 mil de salário, entre setembro e dezembro de 2018. E, segundo o site, o Estado bancou 16 dias de diárias, numa viagem de Ulrich à Ásia, totalizando R$ 30,3 mil. O contribuinte, claro, pagou tudo. ............... “Trevas” No Twitter, a deputada federal eleita Rosa Neide (PT) lamentou a renúncia do também deputado Jean Wyllys (PSol-RJ) à vida pública. “Profunda tristeza e desalento. Tempos de trevas se aproximam, resistiremos”, escreveu ela. #Renannão No Senado, Wellington Fagundes (PR) e Jayme Campos (DEM) já revelaram os votos, na eleição para presidente da Casa: será em Davi Alcolumbre (DEM-AP). Selma Arruda (PSL) ainda faz mistério. Diz que é “estratégia”. Voto aberto No Facebook, na noite de segunda-feira (28), Selma disse ter assinado requerimento do PSL para que a votação para presidente do Senado seja aberta. “Todos os nossos atos devem ser públicos. Não há motivo para voto secreto”, escreveu a ex-juíza. Trunfo Favorito na disputa no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) teria feito chegar ao Planalto a informação de que, uma vez no comando, trabalharia para salvar a pele de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o encrencado filho de Jair Bolsonaro. Calamidade É feia a crise... Em meio à calamidade decretada por Mauro Mendes, o secretário Carlos Miranda (Sedec) mandou suspender as viagens que impliquem no pagamento de diárias ou concessão de adiantamento e passagens aos servidores. Às escuras Para completar, o secretário determinou que, no período compreendido entre 12 e 14 horas (intervalo para o almoço), sejam desligados todos os aparelhos de ar-condicionado, computadores e demais eletrônicos. O último a sair apaga a luz. Sem crise Nesta quarta-feira (30), a Prefeitura de Várzea Grande paga o salário de janeiro ao funcionalismo. Serão R$ 27 milhões, entre salários e encargos da folha da Prefeitura, do DAE e do Previvag. A prefeita Lucimar sempre paga antes da virada do mês.

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