Domingo, 22 de setembro de 2019 Edição nº 15240 13/06/2019  










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Preso por engano, mato-grossense é solto após 9 dias

Da Reportagem

O mato-grossense Alisson Rodrigues dos Santos, 25 anos, foi solto a pedido da Defensoria Pública de Mato Grosso, após ficar nove dias preso. Ele foi detido no dia 18 de maio, em São José do Rio Preto (SP), acusado de ter cometido o crime de tentativa de homicídio triplamente qualificado em Diamantino (200 quilômetros, ao Norte de Cuiabá) em 2016.

Natural do município mato-grossense de São Pedro da Cipa, Alisson dos Santos mudou-se recentemente para São José do Rio Preto (SP). Por lá, segundo a Defensoria Pública, ele trabalha e pretende continuar a cursar a faculdade de Engenharia Civil, após ter sido transferido de Primavera do Leste. No momento, aguarda o início do segundo semestre para retomar os estudos.

“Visualizamos as fotos dos ‘dois Alissons’ e constatamos que, de fato, o rapaz havia sido preso por engano. Ao olhar o processo, vimos que a qualificação indireta havia sido feita por meio de pesquisa superficial, sem observar que o Alisson que a polícia procurava já havia sido qualificado antes em outro procedimento”, explicou o defensor público Moacir Gonçalves Neto.

Ainda, conforme a assessoria, durante o inquérito policial, a vítima identificou, por meio de fotos, os supostos autores do crime: P.I.M.A.S. e Alisson Rodrigues dos Santos, conhecido como “Lagoa”. “Porém, os policiais não localizaram Alisson (o suspeito) no endereço de que dispunham e, por determinação da autoridade policial, foi realizada a qualificação indireta na tentativa de localizar o autor do crime”, frisou a Defensoria. O acusado foi identificado pelo nome, mas os policiais não se atentaram aos outros itens de sua qualificação, como filiação e data de nascimento.

Como consequência, Alisson dos Santos foi preso em abordagem policial realizada no dia 18 de maio em São José do Rio Preto. Mas, o mato-grossense estava trabalhando no dia do crime, conforme consta em sua folha de ponto. Ele ficou recolhido na unidade prisional no noroeste paulista até a decisão judicial favorável à soltura, datada do dia 27 de maio passado.

“A família do acusado, que mora em Mato Grosso, procurou o Núcleo de Diamantino para que a situação fosse solucionada. Fizemos o pedido de relaxamento da prisão e eu contatei a Defensoria Pública de São Paulo, que descobriu onde o Alisson estava preso e agilizou a liberação”, afirmou Moacir Neto, que atua no Núcleo Criminal de Diamantino.



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