Sábado, 18 de janeiro de 2020 Edição nº 15283 14/08/2019  










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mulheres indígenas protestam contra governo Bolsonaro

Da Folhapress - Brasília

Mulheres indígenas realizaram um protesto na manhã desta terça-feira (13), em Brasília, contra políticas do governo Jair Bolsonaro (PSL) e em defesa das aldeias e terras.

O ato reuniu milhares de pessoas e faz parte da 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, cujo mote é "Território: nosso corpo, nosso espírito". A Polícia Militar estima que em torno de 1.500 pessoas tenham participado. Já os organizadores falam em 2.000. Não houve confusão.

Foi organizada pela Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) e teve até vaquinha para financiar a viagem dos indígenas para a capital federal -conseguiram arrecadar pouco mais de R$ 49 mil. Ocorre em meio ao Fórum Nacional de Mulheres Indígenas, de 9 a 14 de agosto.

A ocupação do prédio do Ministério da Saúde nesta segunda (12) foi outra ação das indígenas no âmbito da Marcha. O alvo foi a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena). Elas são contra a municipalização da saúde indígena e a chefe da secretaria, Silvia Waiãpi, militar e indígena.

As indígenas saíram da Funarte por volta das 9h desta terça e seguiram até a Esplanada dos Ministérios. A organização estima a participação de mais de 300 etnias no ato, que se uniu no fim da manhã a um protesto contra o contingenciamento de verbas para a educação.

As mulheres são de aldeias de estados como Amazonas, Acre, Pará, Maranhão, Roraima e Mato Grosso do Sul. E de outros países da América do Sul.

"Esse governo totalmente autoritário e conservador quer negar e explorar nossos territórios, negando nosso direito de existir", diz a líder indígena Sônia Guajajara, uma das organizadoras da marcha. "Viemos para marcar posição e mostrar que estamos alertas e vigilantes."

Bolsonaro tem um histórico de declarações e medidas contra indígenas. Defende mineração em terras indígenas, já questionou o assassinato de um índio no Amapá e tentou transferir da Funai (Fundação Nacional do Índio) para o Ministério da Agricultura a demarcação de terras.

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