Quinta feira, 14 de novembro de 2019 Edição nº 15330 18/10/2019  










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Consumo em 2019 aumenta 5%; etanol segue na preferência

MARIANNA PERES
Da Reportagem

Mesmo apresentando a maior média de preços dos últimos três anos para o mês de agosto, R$ 2,584, o etanol hidratado segue sendo o combustível mais consumido em Mato Grosso. Nos primeiros oito meses desse ano foram demandados mais de 634,72 milhões de litros, 19,9% a mais quando comparados aos 529,52 milhões de litros contabilizados em igual momento do ano passado. Puxado pelo biocombustível, o consumo total de combustíveis no Estado cresceu 4,9%, atingindo 3,14 bilhões de litros. De janeiro a agosto do ano passado foram registrados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 2,99 bilhões de litros.

Mato Grosso foi o segundo Estado do Centro-Oeste em evolução no consumo de combustíveis no período. Conforme levantamento da ANP, em Mato Grosso do Sul o avanço anual foi o maior da região, 8,2%, seguido de Mato Grosso, 4,9%, Goiás, 4,3% e o Distrito Federal, 0,8%.

A gasolina segue contabilizando perdas em 2019. De janeiro a agosto a demanda pelo combustível recuou 11,3%, passando de 357,62 milhões de litros para atuais 317,10 milhões de litros.

O óleo diesel ampliou mercado em 4,1%, fechando os primeiros oito meses do ano com vendas de 1,99 bilhões de litros comercializados contra 1,91 bilhão contabilizados em momento do ano passado.

VALECARD - Ao contrário do que se previa, o ataque com drones contra infraestruturas petroleiras na Arábia Saudita ocorrido em setembro praticamente não interferiu no preço da gasolina comum no Brasil. Em setembro, o valor médio do litro do combustível no país foi de R$ 4,524, mantendo-se praticamente estável em relação ao mês anterior (variação positiva de +0,15%). Em agosto, conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas, o preço médio registrado foi de R$ 4,513.

Conforme o levantamento, entre junho a setembro, o preço médio do litro no Estado teve o seguinte comportamento: R$ 4,706, R$ 4,66, R$ 4,694 e R$ 4,648, respectivamente.

Com valores médios de R$ 4,049 e R$ 4,157, respectivamente, Santa Catarina e São Paulo mantêm-se no topo do ranking dos preços mais baratos do país. Mato Grosso manteve o maior preço médio do Centro-Oeste, R$ 4,648. O Distrito Federal tem a gasolina com o preço médio mais baixo, R$ 4,341.

Obtidos por meio do registro das transações realizadas em junho com o cartão de abastecimento da própria companhia em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que Acre e Rio de Janeiro também permanecem como os estados com o combustível mais caro – R$ 4,982 e R$ 4,894, respectivamente.

Entre as capitais, Florianópolis (R$ 3,918) e Curitiba (R$ 4,034) são as que apresentam preços menores. Já Rio de Janeiro (R$ 4,895) e Belém (R$ 4,876) têm os valores mais altos. Entre as regiões do país, a Norte é a que tem a gasolina mais cara (R$ 4,611, em média), e o Sul segue sendo a que tem o combustível mais barato (R$ 4,20). Em agosto, o preço mais alto era encontrado no Sudeste (4,605, em média).

No Norte, o Acre tem o preço mais alto não só da região, como também do Brasil (R$ 4,982). O valor médio mais baixo foi verificado em Roraima (R$ 4,397).

No Nordeste, Pernambuco apresenta o preço médio mais baixo (R$ 4,404). Já Piauí tem o valor mais alto (R$ 4,731).

No Sul, a gasolina comum mais cara é encontrada no Rio Grande do Sul (R$ 4,316, em média). Santa Catarina é o Estado da região – e do país – com o combustível mais barato (R$ 4,049).



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