Domingo, 15 de dezembro de 2019 Edição nº 15360 03/12/2019  










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Mesmo em elevação, taxa em MT está entre as menores do País

MARIANNA PERES
Da Reportagem

Mesmo com alta de 1,3 pontos percentuais na comparação entre o terceiro trimestre desse ano com o mesmo momento do ano passado, a taxa de desocupação em Mato Grosso encerrou o período entre as três menores do País, conforme dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (pesquisa PNAD-C).

Mato Grosso, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul têm as menores taxas de desocupação no país. No Estado, a taxa de desocupação foi de 8% referente aos meses de julho a setembro de 2019, totalizando 148 mil desocupados no terceiro trimestre deste ano.

“Comparado ao mesmo período de 2018, houve aumento de 1,3 ponto percentual. Porém, continua sendo um dos três estados com as menores taxas de desocupação no país, atrás apenas de Mato Grosso do Sul (7,5%) e Santa Catarina (5,8%). No país, esse índice ficou em 11,8%”, explica a chefe da Unidade Estadual do IBGE, Millane Chaves.

Estimada em 1,7 milhão de pessoas no Estado, a população ocupada aumentou em 49 mil trabalhadores (3% em relação ao mesmo período do ano anterior). Segundo o chefe substituto da Unidade Estadual de Mato Grosso do IBGE, Márcio Henrique de Freitas Cavichiolli, a melhora ocorreu principalmente devido à informalidade e ao aumento na contratação de trabalhador doméstico sem carteira. Nessa ocupação, houve uma alta de 21,2%, com 15 mil novos funcionários.

A população desocupada aumentou de 119 mil, no terceiro trimestre de 2018, para 148 mil, no mesmo período deste ano, alta de 24,1% ou 29 mil desocupados. Em relação ao trimestre anterior, de abril a junho, o terceiro trimestre de 2019 não teve variação estatisticamente significativa.

Outro dado positivo do trimestre, destacado pelo supervisor da PNAD Contínua, Edmaions Carvalho, foi a diminuição em 17 mil de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas em relação ao segundo trimestre deste ano. “Os subocupados são pessoas com 14 anos ou mais que trabalham menos do que 40 horas semanais, gostariam de trabalhar mais e estariam disponíveis para assumir atividade remunerada com maior carga horária”.

Na Região Metropolitana Vale do Rio Cuiabá, a taxa de desocupação foi de 11,4%, um aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2018. A capital Cuiabá não apresentou variação significativa no trimestre, com a taxa de desocupação estimada em 11,8%, acompanhando a taxa nacional.

RENDIMENTO MÉDIO - Estimado em R$ 2.259, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos não apresentou variação estatisticamente significativa frente ao mesmo período do ano anterior. Para o empregado de setor público sem carteira, o salário médio aumentou de R$ 2.200 para R$ 2.680 em um ano, diferença de 21,8%.



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