Sexta feira, 24 de janeiro de 2020 Edição nº 15367 12/12/2019  










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Maggi diz que vai se desfiliar para evitar especulações

GUSTAVO OLIVEIRA
Da Reportagem

O ex-ministro, ex-senador e ex-governador Blairo Maggi disse ontem que estuda a possibilidade de se desfiliar do Partido Progressista (PP) para acabar com as especulações de uma eventual candidatura ao Senado Federal, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos).

Maggi afirmou estar preocupado com as frequentes notícias de que retornará à vida pública. Na última terça-feira (9) o site Crusoé publicou que o empresário vai ser candidato ao Senado com a eminente cassação de Selma Arruda e que, inclusive, esteve presente na sessão do TSE que começou a definir o destino da senadora Selma. Segundo a publicação, ele compareceu ao tribunal, ao lado do primo Eraí Maggi e de Cidinho Santos, que foi seu suplente no mandato ao Senado (2010-2018).

“Não sei da onde que a Crusoé e o Antagonista, que querem se firmar como site nacional de notícias sério, arrumam essas mentiras. Eu não sou candidato”, disse Maggi.

“Eu estava em São Paulo, em um evento do agronegócio, no momento em que começou o julgamento da Selma. O Cidinho estava no Paraná. Como podem publicar que eu estava no TSE”, questionou Maggi.

No dia 3 de dezembro, Maggi foi um dos palestrantes da 2ª Plenária da Coalizão Brasil em 2019, realizada em São Paulo.

“Se tinham essa informação (de que serei candidato) o mínimo que deveriam fazer era me ouvir, para confirmar ou não essa notícia. E não fizeram”, continuou.

Blairo Maggi disse estar feliz com a vida que anda levando, se dedicando a família e a seus negócios. “Já dei a minha contribuição a política, fiquei 16 anos em cargos públicos, chega, já deu”, disse.

A primeira eleição que Maggi participou foi em 2002, quando se elegeu governador de Mato Grosso. Antes, havia assumido por três meses o Senado Federal como suplente do ex-senador Jonas Pinheiro (DEM), morto em 2008. Maggi foi reeleito governador de Mato Grosso em 2006. Deixou o governo em 31 de março de 2010, para se candidatar ao Senado. Foi eleito para o mandato até o final de 2018. Como senador, foi nomeado ministro da Agricultura do governo Michel Temer, tendo ficado na pasta de maio de 2016 até dezembro de 2018.

Após deixar o ministério, Blairo Maggi anunciou que estava abandonado à vida política partidária e que não seria mais candidato a nada.

No primeiro semestre deste ano, Maggi dedicou-se a vida familiar, inclusive fazendo uma viagem com a mãe e as irmãs pela França. No segundo semestre, após ter cumprindo um período de quarentena que se auto-impôs, começou a dar expediente na sede do Grupo Amaggi, do qual é acionista.



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