Sexta feira, 17 de janeiro de 2020 Edição nº 15386 14/01/2020  










CRISE NA SAÚDEAnterior | Índice | Próxima

Adiada pela 2ª vez, reunião entre prefeito e Sindimed deve ocorrer hoje

JOANICE DE DEUS
Da Reportagem

Pela segunda vez, a reunião entre o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, e representantes do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed) foi adiada. Desta vez, o encontro que estava previsto para ocorrer inicialmente na sexta-feira (10), depois foi transferido para esta última segunda-feira (13), deve acontecer hoje (14).

Segundo o Sindimed, o prefeito alegou outro compromisso que surgiu. "Esperamos que realmente amanhã (hoje) sejamos recebidos. A categoria tem urgência já que entre os assuntos que serão discutidos estão as condições de trabalho e a falta de medicamentos e produtos para dar atendimento à população. Com saúde não se brinca", afirmou o diretor de Comunicação do Sindimed, Adeildo Lucena.

O Sindimed promete aguardar o novo prazo agendado e, caso haja nova remarcação, uma nova assembleia da categoria já está convocada para quarta-feira (15), já que os médicos votaram na noite do dia (08) estado permanente de assembleia. Para esta quarta, estão previstas duas agendas do sindicato. Uma delas justamente com os médicos de Cuiabá para falar do resultado do encontro com o prefeito.

Em seguida, o Sindimed se reúne com os médicos da rede pública de Mato Grosso para discutir a realização de concurso público, adicional de insalubridade, condições de trabalho, alíquota da previdência dos servidores do estado, terceirização dos serviços médicos, indicativo de paralização e outros assuntos propostos pela categoria. No dia seguinte (16), será realizada assembleia com os médicos plantonistas da rede privada para discutir a avaliação da modalidade de contratação e remuneração dos serviços médicos dos pronto atendimentos e prontos socorros dos hospitais privados localizados na capital.

Na semana passada, o secretário municipal de Saúde (SMS), Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, afirmou que não há motivo para uma paralisação da categoria e considerou o movimento como um ato político. Pôssas destacou ainda que está sendo programada a realização de um exame, chamado Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho (LTCAT), que deve ser feito dentro de 60 dias e que vai disponibilizar quem deve receber e qual o percentual de insalubridade a ser pago para cada profissional de saúde. A medida, conforme o secretário, atende determinação do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado. “Hoje, 90% está no nível máximo de 40% e isso é impossível. Não existe esse percentual”, disse.

Porém, a categoria alega que vem há um ano, por ofício, solicitando uma reunião com o prefeito ou o secretário municipal de Saúde para discutir assuntos como falta de condições de trabalho, falta de medicamentos e falta de médicos nas unidades de saúde nos plantões. “Sabemos que a prefeitura está investindo em estrutura física, mas sem pessoal e sem condições de trabalho, como medicamentos, a saúde não melhora", justificou Adeildo Lucena.



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