Sexta feira, 17 de janeiro de 2020 Edição nº 15387 15/01/2020  










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Aliança de JB

Aliados de Jair Bolsonaro se mobilizam para trazer o presidente a Cuiabá em fevereiro. A ideia é fazer um grande “agito” em torno da apresentação da Aliança pelo Brasil, o novo partido de JB, que tem viagem programada para 20 capitais.

Disputa

Obviamente, Bolsonaro será disputado pelos principais aliados – entre eles, os deputados José Medeiros (Podemos) e Nelson Barbudo (PSL) e o ex-deputado Victório Galli (Patriota). Nenhum deles, no entanto, vai se filiar ao Aliança.

Apego ao Poder

Selma Arruda (Podemos) foi à Justiça para barrar a tentativa de Carlos Fávaro (PDS) de assumir temporariamente sua vaga no Senado. A ex-juíza se apegou tanto ao poder que está pedindo para ficar no Senado por mais 15 meses.



Nome próprio

Presidente do DEM em Cuiabá, Alberto Machado insiste em que seu partido terá candidato próprio a prefeito de Cuiabá. É uma maneira de negar um racha e abafar os comentários de que parte do DEM é simpática a Emanuel Pinheiro (MDB).

Galeria

Machado citou três nomes de possíveis candidatos do DEM ao Palácio Alencastro. A novidade é o secretário de Infraestrutura, Marcelo Oliveira, o “Padeiro”. Os outros são Gilberto Figueiredo (Saúde) e o suplente de senador Fábio Garcia.

História...

Mauro Mendes nega uso da máquina – no caso, a PGE – para beneficiar Fávaro, ao entrar com ação no TSE pedindo que o dono do PSD assuma interinamente a vaga de Selma no Senado. “MT não pode ficar sub-representado, com dois senadores”, alegou.

...mal contada

O governador explicou que o único objetivo da medida é “assegurar a equidade de Mato Grosso perante os demais estados no Senado”. “Eu não pedi pela posse do Fávaro, pedi pela posse do terceiro colocado na eleição de 201”, disse MM. Ah, bom...

Pobreza

Em artigo na mídia, o analista Onofre Ribeiro afirma que quadros políticos “empobrecidos e enfraquecidos” olham para a vaga de Selma Arruda. E que “não existem mais exuberância e força nos quadros políticos mato-grossenses”.

Outra era

Para Ribeiro, desde a eleição de Blairo Maggi (então no PPS) ao Governo de Mato Grosso, no primeiro mandato, em 2002, os grupos perderam a força e se dissolveram. “Restam nomes egressos, mas com força apenas individual. Não mais do grupo”, diz.



Azarão

Na visão do analista, os grupos existentes “não lotam uma Kombi”. Citou líderes que ficaram na lembrança, como Jonas Pinheiro, Dante de Oliveira, Márcio Lacerda e Serys Slhessarenko. E fez uma aposta: “Essa eleição vai dar um azarão eleito”.



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Perderam, mas saíram ganhando

Um levantamento do jornal A Gazeta, feito por meio do Fiplan e do Portal Transparência, revela que 11 políticos que não fazem mais parte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso receberam, entre novembro e dezembro de 2019, mais de R$ 2 milhões. Cada um dos ex-deputados, segundo a informação, recebeu R$ 194 mil. Curiosamente, o Legislativo não se posicionou sobre a notícia.

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Lista

Os beneficiados são: Zeca Vianna, Mauro Savi, Adalto de Freitas Filho, Wancley Carvalho, Pedro Satélite, Wagner Ramos, Baiano Filho Filho, Saturnino Masson, Gilmar Fabris, Oscar Bezerra e Leonardo Albuquerque. Este último é deputado federal.



Vale tudo

Júlio Campos (DEM) não perde uma chance para costurar apoios a uma eventual pré-candidatura ao Senado. No Facebook, o ex-governador informou que, na segunda (13), se reuniu com a cúpula do minúsculo PTC (Partido Trabalhista Cristão).

Pulou o muro

O deputado Neri Geller (PP) terá que se explicar à cúpula do partido sobre o encontro que teve com Emanuel Pinheiro, Júlio e Jayme Campos e outros líderes, na semana passada, quando formalizaram um bloco para discutir a eleição suplementar ao Senado.

Influência

Blairo Maggi não sairá candidato a senador, mas será um grande cabo eleitoral, segundo analistas. Tem quem aposte alto que BM apoiará Otaviano Pivetta (PDT), que deverá ter como suplentes Cidinho Santos (PL) e Adilton Sachetti (Republicanos).

Consenso?

No programa Resumo do Dia, da TBO, o presidente da ALMT, Eduardo Botelho, reafirmou que não é candidato a senador. Em contrapartida, se desmanchou em elogios ao colega Max Russi (PSB), que pode ser o tal nome de consenso do Poder Legislativo.



Caixa-forte

Sem Bolsonaro como principal cabo eleitoral, o PSL contabiliza um caixa de R$ 203 milhões para 2020 e planeja eleger 500 prefeitos em todo o Brasil. Em Cuiabá, o único nome de peso é Nelson Barbudo, que, no entanto, é um devoto extremo do presidente.



Biblioteca

Segundo o site da revista Veja, Jair Bolsonaro pode malhar o ex-presidente Lula, mas não deixa de guardar em sua biblioteca um livro sobre a vida e o Governo do líder do PT. A obra é “Lula e a Ideologia de Marx”, de José Antonio Tobias.



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