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ECONOMIA
Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2019, 17h:07

CONSTRUÇÃO CIVIL

Inflação do setor foi a segunda maior do Centro-Oeste em 2018

Conforme dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE, Mato Grosso acumulou variação positiva de 4,36% no ano passado, encarecendo o custo do m²

MARIANNA PERES
Da Reportagem
O custo de construção do metro quadrado (m²), em Mato Grosso, ficou 4,36% mais caro em 2018, encerrando o ano cotado a R$ 1.126,15. A inflação acumulada ao longo dos últimos 12 meses no Estado foi a segunda maior do Centro-Oeste, atrás apenas do contabilizado no Distrito Federal que chegou a 5,28%. No país, a variação – também positiva – acumulou em 4,41% no ano passado. Os dados que fazem parte do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) mostram ainda que a inflação acumulada no Estado superou a média regional, que fechou o ano em 3,80%. Em relação aos preços médios do custo de construção do metro quadrado o mais caro da região segue no Distrito Federal, R$ 1.182,17, seguido pelo de Mato Grosso, R$ 1.126,15, Goiás, R$ 1.096,67 e o mais barato está no Mato Grosso do Sul, R$ 1.092,69. No país, o Sinapi teve variação de 0,22% em dezembro, ficando 0,02 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de novembro (0,24%). Assim, o índice fechou 2018 em 4,41%, ficando 0,59 ponto percentual acima da taxa de 2017 (3,82%). Em dezembro de 2017, o índice havia sido 0,18%. O custo nacional da construção por metro quadrado estava em R$ 1.111,41 em novembro e passou para R$ 1.113,88 em dezembro, dos quais R$ 579,33 eram relativos aos materiais e R$ 534,55 à mão de obra. A parcela dos materiais teve variação de 0,45%, subindo 0,09 p.p. (ponto percentual) em relação ao mês anterior (0,36%) e 0,14 p.p. em relação a dezembro de 2017 (0,31%). Já o valor da mão de obra recuou (-0,02%), ficando abaixo das taxas registradas em novembro (0,11%) e em dezembro de 2017 (0,22%). Essa deflação também ocorreu em três estados: Sergipe (-0,12%), São Paulo (-0,29%) e Distrito Federal (-0,57%). Em dezembro de 2017, apenas a taxa do Espírito Santo (-0,62%) tinha sido negativa. Nos resultados acumulados de 2018, os materiais tiveram variação de 6,30%, enquanto a parcela dos gastos com mão de obra atingiu 2,45%. Em 2017, a parcela dos materiais havia fechado em 2,61% e a mão de obra, em 5,17%. Com altas nas parcelas da mão de obra e dos materiais nos seus três estados, a região Sul apresentou a maior variação regional em dezembro (0,50%). Nas demais regiões os resultados foram: 0,39% (Norte), 0,25% (Nordeste), 0,07% (Sudeste) e 0,23% (Centro-Oeste). No acumulado do ano, a região Norte registrou a maior taxa (5,30%). Quanto aos custos da construção, os valores por metro quadrado em dezembro foram: R$ 1.122,05 (Norte), R$ 1.037,37 (Nordeste), R$ 1.158,29 (Sudeste), R$ 1.157,34 (Sul) e R$ 1.124,32 (Centro-Oeste). Com variação de 1,24% na parcela dos materiais e apresentando estabilidade (0,0%) na parcela da mão de obra, o Acre registrou, em dezembro, a maior taxa entre as unidades da federação (0,69%).

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