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Cuiabá MT, Quarta-feira, 08 de Julho de 2020
ESPORTES
Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2019, 17h:58

RIO 2019

Estadual do Rio também começa hoje

Com a presença dos treinadores que comandarão os clubes participantes, o Campeonato do Rio de Janeiro de 2019 foi lançado nesta sexta, em cerimônia no Maracanã. Assim como a edição do ano passado, que homenageou Pelé, a atual também faz reverência a um grande nome do esporte. Desta vez, Zagallo. O troféu da edição 2019, que começa neste sábado, levará o nome Mario Jorge Lobo Zagallo. O ex-jogador e treinador não compareceu ao evento, mas deixou sua mensagem por vídeo. "Eu me sinto honrado pela lembrança do meu nome, porque minha vida foi toda no futebol carioca. Fui campeão nos clubes que passei, Flamengo, Botafogo, Fluminense e Vasco. E ainda tive uma temporada no Bangu. Também não poderia esquecer o início de minha vida no América, em 1948 e 1949, pelo juvenil. Essa foi a minha vida. O mais importante que gravei na memória foi o tricampeonato do Flamengo, em 2001, com gol do Pet, e me lembro do tricampeonato como jogador no Botafogo, em 1961 e 1962. Acho que foi o suficiente para que todos lembrem que fiz minha vida no futebol carioca", disse Zagallo. Dos 12 treinadores, apenas Edson Souza, do Resende, não conseguiu chegar a tempo. Na cerimônia, uma gafe chamou a atenção. O apresentador esqueceu de chamar António Carlos Roy, do Madureira. Todos os treinadores foram chamados para subir no palco, no momento de maior descontração do evento. E coube justamente a Roy arranca risadas de todos ao perguntar a Alberto Valentim se ele escalaria Maxi López no jogo contra seu clube, neste sábado, em Conselheiro Galvão. Ao ouvir a negativa, comemorou: “Que bom né, Valentim?”, brincou. O momento de maior descontração, no entanto, ocorreu quando o técnico Zé Ricardo, do Botafogo, respondia a uma pergunta e foi interrompido pelo famoso "gemidão" vindo do celular de uma pessoa que acompanhava o evento da plateia. Todos os técnicos caíram na gargalhada. Também à vontade, Abel Braga aproveitou para elogiar os treinadores dos clubes menores, como Josué Teixeira, do Americano. Mas se destacou mesmo ao ressaltar que o Flamengo jogará este ano sem sentir o peso da cobrança. “Hoje estou vendo o que foi conseguido em nível de estrutura, coisa extraordinária. Mas isso porque teve nas costas pessoas que enxergaram o problema. Minha maior preocupação era descobrir o porquê de todos esperarem do Flamengo e a coisa não chegar. Um título de peso não vem desde 2013. Começo a detectar isso. Senti a equipe marcada pela cobrança, e posso garantir que o Flamengo vai ter fome, porque vamos tentar fazer acontecer. Estou com esperança, mas não me julgo como favorito. E que vai ser um Flamengo diferente da cabeça não tenho dúvidas”, disse Abel.

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