Domingo, 26 de janeiro de 2020 Edição nº 15395 25/01/2020  












Sem chance

São cada vez mais remotas as possibilidades de Mauro Mendes (DEM) e Emanuel Pinheiro (MDB) fumarem o cachimbo da paz. De vez em quando, o prefeito acena com a bandeira branca. O governador, no entanto, só vê escândalos do lado do emedebista.



Coleção

Na sexta-feira (24), em entrevista à Rádio Vila Real FM, MM desfiou um rosário de críticas a EP: lembrou denúncias de supostas fraudes em incentivos fiscais e na compra de semáforos “inteligentes” até o polêmico fechamento da Santa Casa.



“Falsas verdades”

“Ele [Emanuel] terá que explicar muita coisa para população neste ano de eleição. Não sei se ele será candidato, mas, nessa época, as falsas verdades vêm à tona. Ele terá que explicar os escândalos que pipocam na Prefeitura”, disse MM.



Perigo

As críticas do governador vêm num momento delicado: a ala do DEM comandada pelos irmãos Campos (Jayme e Júlio) é simpática a uma eventual recandidatura do prefeito. Embora os demistas neguem, as fissuras no partido só aumentam...



O cabo MM

Braço direito de Mauro Mendes no Paiaguás, o chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, diz que o governador vai, sim, participar da eleição suplementar ao Senado. Claro que como cabo eleitoral. Falta definir o candidato que o democrata apoiará.

Aposta

Segundo Carvalho, já tem data marcada para MM abrir o jogo: após as convenções, entre 10 e 12 de março. Com o dono do PSD, Carlos Fávaro, praticamente fora do jogo, a aposta é que o governador deve apoiar o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT).

Comunista

Salvo algum “acidente de percurso”, Maria Lúcia Neder será a candidata do PCdoB na eleição suplementar ao Senado, em abril. A cúpula estadual chegou a um consenso de que a eleição da ex-reitora da UFMT é a prioridade em 2020.

No muro

No ambiente da esquerda, o PT dá uma de tucano e continua em cima do muro: não sabe se disputa a vaga de Selma Arruda (Podemos). Pior, não define candidato. Não será novidade se petistas e comunistas se unirem em torno de Maria Lúcia Neder.



Via 2020

Além do DEM, Roberto França figura entre as opções do Podemos para disputar a sucessão de Emanuel Pinheiro no Alencastro. O próprio ex-prefeito revelou que recebeu convite do dono do partido em Mato Grosso, o deputado federal José Medeiros.



Sem crédito

O nome do Podemos para disputar a eleição é o do vice-prefeito Niuan Ribeiro. Rompido com Emanuel, mas atuando como figura decorativa no Alencastro, ele caiu em desgraça. No cômputo geral, a cúpula do Podemos não coloca muita fé em Ribeiro.



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Senado: Bolsonaro quer um nome

Passou despercebido de parte do meio político, mas, na quinta-feira (23), na sua tradicional live, no fim da tarde, no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro disse que ainda não sabe se entra no jogo da eleição suplementar para o Senado em Mato Grosso, marcada para o mês de abril. Em seguida, o presidente se entregou: afirmou que, “se houver um bom candidato”, ele o apoiará.



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Nem conheço

Assim que Selma Arruda foi cassada, os deputados federais Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (Podemos) surgiram como opções bolsonaristas na eleição suplementar. Pelo jeito, parece que não estão com a bola cheia perante JB.

É a política...

Selma e Medeiros estiveram distantes na eleição de 2018, embora ambos tenham se dado bem no resultado das urnas. Hoje, no Podemos, a (ainda) senadora e o deputado tentam cultivar uma amizade como, digamos, dos tempos de criança.

Ralo

Confira para onde vai seu rico dinheirinho. O Senado está gastando na reforma de gabinetes de senadores. Entre eles, o do mato-grossense Wellington Fagundes (PL). O custo é de R$ 28.820,53, informa o Portal Transparência.



Mascate

Substituta de Blairo Maggi (PP) no Ministério da Agricultura, a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) caiu nas graças dos figurões do Palácio do Planalto. Como o antecessor, ela virou uma espécie de “caixeira viajante” do Governo.

Caneladas

Segundo analistas, longe das hordas ideológicas que infestam o Governo Bolsonaro, a ministra corre atrás do respaldo internacional e contorna as caneladas do ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, muito mal na foto.

Lição

Antes de entregar o cargo, no começo de 2019, Maggi aconselhou Tereza Cristina, com quem tem amizade, a dar atenção especial à China e aos países árabes. Aprendeu a lição: conquistou apoio nos setores comercial e diplomático.

Na mira do BC

O Banco Central passará a monitorar as transações financeiras de vereadores e deputados estaduais, com o objetivo de prevenir lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Em MT, dizem, muitos já estão colocando as barbas de molho...


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