Sexta feira, 21 de fevereiro de 2020 Edição nº 15414 21/02/2020  












“Novidade”

Para surpresa de ninguém, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) admite subir no palanque de Júlio Campos (DEM), caso o ex-governador seja confirmado candidato à vaga de Selma Arruda (Podemos) na eleição suplementar ao Senado, em abril.

Quem manda

A ala do DEM que segue as ordens dos Campos, há tempos, manifesta simpatia pela gestão de EP no Alencastro. A reciprocidade, obviamente, não surpreende. Falta a “bênção” do dono do MDB, o interminável deputado Carlos Bezerra.

Jogada

Na ânsia de atrair apoios importantes ao seu projeto visando à vaga de Selma Arruda, o ex-governador Júlio Campos citou, entre as opções para suplentes, Terezinha Maggi. Não revelou se já manteve contatos com a ex-primeira-dama de Mato Grosso.



“Preocupado”

Marido de Terezinha, o ex-ministro Blairo Maggi (PP) não parece preocupado com eleição. Nas redes sociais, ele publica fotos jogando bola com um neto na praia, em Camboriú (SC), de missas e almoços com amigos e familiares.



“Dá em nada”

Colunista de Veja, Ricardo Noblat afirma que “dará em nada” o pedido do PSol, Rede e PT, protocolado no Conselho de Ética, para cassar o mandato do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho de Jair Bolsonaro, por quebra de decoro.



Blindagem

“Por ser filho de quem é, Flávio continua blindado. Se depender do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o Conselho de Ética sequer examinará o pedido”, diz Noblat. Presidente do órgão, o mato-grossense Jaime Campos (DEM) jura que cumprirá o regimento.

Lá na frente

Nem prefeituras de Cuiabá e/ou VG, tampouco o Senado. Presidente da ALMT, Eduardo Botelho (DEM) anda torcendo mesmo é para que Otaviano Pivetta (PDT) se eleja senador, em abril. Assim, o deputado passa a ser o vice-governador de Mato Grosso.



Uso e abuso

Legítimo representante da extrema direita, José Medeiros (Podemos) acha que o fato de ter apoio de Bolsonaro, por si só, já é um ingrediente a mais em sua campanha ao Senado. Sinaliza que vai “bolsonarizar” a campanha no pleito suplementar.



Fidelidade

Na Câmara Federal, Medeiros sempre votou a favor dos projetos do Governo, ainda que a maioria deles seja contrária aos interesses dos cidadãos. Certamente, vai ser cobrado por eleitores e massacrado por adversários por essa fidelidade canina.



Mesmice

Não será de se estranhar, aliás, se o deputado utilizar, em seu material de campanha, o manjado slogan “O senador de Bolsonaro”. Funcionou com Selma Arruda, em 2018. Segundo analistas, os tempos, hoje, são bem diferentes...



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A trauma de uma família milionária

O site RDNews garante que a família Nigro – que, entre os grandes negócios, tem uma rede de hotéis e venda de imóveis – é “radicalmente” contra o herdeiro Luiz Carlos Nigro (PSDB) disputar a Prefeitura de Cuiabá ou repetir 2018, como suplente de Nilson Leitão ao Senado. A publicação diz que os Nigro estão “traumatizados” com os altos gastos na eleição daquele ano, quando a chapa Leitão-Nigro-Rejane ficou em 5º lugar. “E mais decepcionados ainda por causa dos empréstimos não pago por alguns candidatos classificados como amigos”, completa.



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Saia justa

O site da revista Veja provocou uma saia justa no TJMT ao afirmar, nesta semana, que a decisão do desembargador Marcos Machado de definir, monocraticamente, o destino da deleção de José Riva gerou “um mal-estar generalizado na Justiça de MT”.



Desvio

Para a revista, o curso normal seria encaminhar a proposta fechada entre o MPE e o ex-presidente da Assembleia Legislativa para o Órgão Especial do TJ, composto por 13 desembargadores. “Mas isso não aconteceu”, completou.



Tensão

A publicação afirmou que o clima no TJ “ficou tenso” e que alguns membros mais antigos teriam questionado a relatoria de Machado, considerando a amizade com políticos delatados por Riva. E cita Blairo Maggi, de quem Machado foi secretário de Estado.



Sem racha

Em nota, o TJ negou “mal-estar” ou racha entre desembargadores. E explicou que a delação foi encaminhada a Marcos Machado a “haver prevenção”. E garante que a imparcialidade do desembargador não foi questionada por advogados e MPE.



Tô fora!

Como a coluna observou ontem, Mauro Mendes optou por não fazer coro a 20 colegas que, recentemente, detonaram o presidente Jair Bolsonaro, no episódio da proposta de redução do ICMS dos combustíveis e da morte do miliciano Adriano Nóbrega, na Bahia.



Assédio

MM não assinou a carta dos colegas e até recomendou “cuidado” nas críticas a JB. No começo do ano, o presidente convidou o governador a trocar o DEM pelo Aliança pelo Brasil, partido em gestação. O mato-grossense agradeceu e optou por ficar onde está.



Ninguém é de ferro

Considerando que ninguém é de ferro, a Mesa Diretora da Assembleia decidiu cancelar sessões previstas para a semana que vem, após o Carnaval. Suas Excelências, obviamente, estarão exaustas após extensas e infindáveis “visitas às bases”.


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