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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016, 21h:00

ELEIÇÃO 2016 - 2

Emanuel quer alterações na LOA 2017

Novo prefeito deve se reunir com o atual para tratar do assunto ainda esta semana

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem
O prefeito eleito Emanuel Pinheiro (PMDB) deve promover alterações na Lei Orçamentária Anual (LOA) do próximo ano. Apesar de admitir que o prefeito Mauro Mendes (PSB) garantiu o equilíbrio fiscal e financeiro na peça de 2017, o peemedebista afirma que pretende realizar algumas alterações, principalmente no que tange às atividades finalísticas. Para tratar do assunto, o peemedebista deve se reunir com o atual chefe do Executivo ainda esta semana. “Vamos manter a mesma linha de trabalho do prefeito Mauro Mendes, pois ele elaborou a LOA mantendo o equilíbrio fiscal e financeiro mesmo com a crise. Mas queremos promover algumas alterações. Para tanto, vamos conversar com o prefeito e também com os vereadores que devem aprovar a LOA”, explicou. Vale ressaltar que a Lei Orçamentária já foi encaminhada para apreciação dos vereadores. A mensagem foi protocolada na Casa de Leis no início deste mês. A Comissão de Execução Orçamentária do Parlamento Municipal, inclusive, já marcou as datas das três audiências públicas que devem ser realizadas para debater o assunto. A primeira ocorre no próximo dia 11 e a última está marcada para o dia 9 do mês que vem. Para que as modificações propostas por Pinheiro sejam realizadas, a Câmara de Vereadores tem que devolver a peça orçamentária para o Executivo municipal. As alterações devem ser feitas e um substitutivo deve ser reincaminhado à Casa de leis para votação. A Lei Orçamentária deve ser votada antes do recesso parlamentar do final de ano. Outro assunto que Pinheiro deve tratar com Mendes durante o encontro é a CAB Cuiabá. Para o peemedebista, não há condições de manter a concessionária à frente dos serviços de saneamento da Capital. A sua intenção é encerrar o contrato. ”A forma de resolver isso será decretando a caducidade do contrato. A CAB não fica em Cuiabá. Ela descumpriu uma cláusula contratual, com isso sacrificando e penalizando a população cuiabana que deixou de ter, a partir de maio de 2015, investimentos no saneamento básico, especialmente no esgotamento sanitário”, disse.

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