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Quarta-feira, 02 de Janeiro de 2019, 17h:22

Pivetta diz que governo vai honrar compromissos

O vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) foi empossado prometendo, primeiro, fazer o que ele e o governador Mauro Mendes chamam de “dever de casa”: honrar o compromisso de diminuir as despesas, melhorar as receitas e organizar as contas públicas. “Temos hoje uma situação financeira difícil, mas temos bastante esperança, visão e experiência de que tem muita oportunidade para melhorarmos Mato Grosso”, disse Pivetta ao relembrar que já foi prefeito de Lucas do Rio Verde, por três vezes e deputado estadual. “Há oito anos tentamos, mas não foi aquele o momento. Agora recebemos essa incumbência, com muita honra e responsabilidade, que talvez seja o que de mais importante aconteceu em nossas vidas, além do que aconteceu em nossas famílias. Não há nada mais nobre ou sublime que servir a sociedade”, disse durante discurso na Fiemtec, ao lembrar da primeira tentativa de ocupar o Palácio Paiaguás empreendida por ele e Mauro Mendes em 2010, quando perderam a eleição para Silval Barbosa. Pivetta também garantiu completas sintonia e sinergia com o colega empresário e agora chefe de Executivo Mauro Mendes dizendo que se manterá sempre por perto para unirem experiências e disposição para o trabalho. Aproveitou a ocasião para agradecer e dizer que pretende retribuir ao Estado tudo o que ele conquistou nos 37 anos em que vive aqui. “Vamos trabalhar todos os dias com o mesmo entusiasmo e a certeza que vamos entregar à sociedade o que ela almeja. Pouca conversa e discurso, mas vamos fazer chegar, principalmente aos que mais precisam, os serviços que [são] obrigação do Estado prestar”. Por fim, afirmou que a maneira prática de chegar a essas conquistas é melhorar a qualidade e o planejamento dos gastos, elegendo prioridades sem perder receita num primeiro momento e depois “se possível aumentar sem sacrificar nenhum setor da sociedade”. “É importante que o Estado tenha a capacidade de servir e que use essa capacidade para evitar que se perca gerações, como nós estamos perdendo no Brasil por falta de uma educação de qualidade, por falta de serviços essenciais que infelizmente os estados brasileiros não têm conseguido prestar”, finalizou.

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