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Sexta-feira, 29 de Junho de 2018, 17h:59

EX-ALIADOS

Taques volta a rebater críticas

O governador Pedro Taques (PSDB) voltou a rebater as críticas de ex-aliados, que afirmam que o gestor tucano inchou a máquina pública. Para ele, este é um discurso de pessoas “desavisadas” que se utilizando de “má-fé” apenas para atingi-lo. “Algumas pessoas desavisadas, ou de má fé tem o discurso de vamos diminuir o tamanho do Estado. Cuidado com discursos fáceis. Essa conversa de diminuir tamanho do Estado é para quem não conhece a realidade de Mato Grosso”, rebateu. O gestor tucano afirma que, mais do que reduzir o tamanho do Estado, é necessário fazer gestão em Mato Grosso. Para embasar o seu argumento, o governador cita a área da educação. “Imaginemos, Mato Grosso tem 100 mil colaboradores, sendo 30 mil estão aposentados. Na ativa são 70 mil. Deste, 40 mil são da Educação. Temos 765 escolas no Estado. Na nossa administração entregamos 45 novas escolas e vamos terminar o ano com 60. Desses 40 mil da Educação, 20 mil são professores. Fizemos um concurso e substituímos 2 contratados por um efetivo. Isso significa gestão. Precisamos otimizar a utilização desses profissionais. Portanto, não temos muitos servidores na Educação”, justificou. Conforme Taques, este tipo de trabalho contrapõe, por si só, as críticas de seus adversários. “Vamos diminuir o tamanho do Estado como? Porque daqui a pouco teremos desemprego estrutural no nosso Estado, como em Lucas do Rio Verde, em Nova Mutum, que existe colocação no mercado de trabalho e pessoas sem qualificação para trabalhar porque não sabe fazer as cinco operações básicas. Aí vamos diminuir o tamanho do Estado?”, questiona o gestor tucano. Acerca dos cargos comissionados existentes do Estado, Taques garante que a sua administração é a que mais possui contratos desta natureza. “Cargos exclusivamente comissionados são 1.500. É o governo que, historicamente, tem o menor número de comissionados. Eram 2600 caiu para 1,5 mil. Entenderam a conversa fiada de falar que precisamos diminuir o tamanho do Estado?”, finalizou. (KA)

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